A Rússia lançou um ataque com mísseis balísticos contra a cidade de Sumy, no nordeste da Ucrânia, durante as celebrações do Domingo de Ramos, data sagrada para os cristãos. O governo ucraniano confirmou a morte de pelo menos 21 pessoas, vítimas de um bombardeio que atingiu uma área civil em meio às cerimônias religiosas. O ataque provocou comoção internacional e foi amplamente condenado como um ato de violência indiscriminada.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, denunciou a ação russa em uma publicação no X (antigo Twitter), expressando solidariedade às famílias das vítimas e afirmando que as equipes de resgate e os serviços de emergência estão trabalhando no local. Ele também criticou a comunidade internacional, acusando-a de não exercer pressão suficiente sobre a Rússia para deter a guerra. "Se o mundo deseja a paz, precisa agir contra o terrorismo russo", declarou Zelensky, reforçando a necessidade de uma resposta firme contra Moscou.
A vice-presidente da Comissão Europeia, Kaja Kallas, também se manifestou, classificando o ataque como um ato de barbárie e destacando a contradição entre a disposição da Ucrânia para um cessar-fogo e a escalada de violência por parte da Rússia. "Enquanto a Ucrânia defende a paz, a Rússia intensifica sua brutalidade. Meu apoio ao povo ucraniano", escreveu ela. As declarações reforçam os apelos por maior apoio militar e diplomático à Ucrânia diante dos contínuos ataques russos.
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