O caso da jovem Juliana Marins, de Niterói (RJ), que morreu após cair de uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia, acendeu o alerta sobre a ausência de apoio do Estado brasileiro em tragédias ocorridas fora do país. Com o Itamaraty alegando que não pode bancar o translado do corpo, a família agora precisa reunir recursos por conta própria para trazer Juliana de volta ao Brasil.

Diante da situação, o senador Romário anunciou que vai apresentar o projeto da “Lei Juliana Marins”, com o objetivo de criar um mecanismo legal para que o Estado brasileiro preste auxílio institucional em casos semelhantes. “Não é sobre dar benefício automático, é sobre garantir dignidade. O país não pode virar as costas quando uma família perde um ente querido do outro lado do mundo”, afirmou o parlamentar.
Segundo Romário, a proposta busca preencher uma lacuna na legislação, criando um caminho para que o Estado atue de forma responsável e humana nesses episódios extremos. “Não pode depender de vaquinha online nem da sorte. É papel do governo agir com empatia e garantir o mínimo de suporte num momento como esse”, concluiu.
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