O Hospital Municipal do Jardim Ingá, em Luziânia, vem ganhando protagonismo na redução da fila de cirurgias eletivas. A unidade tem ampliado a oferta de procedimentos de menor complexidade, desafogando a demanda represada há anos no sistema público de saúde.
De acordo com o diretor do hospital, Fernando Neves, a estratégia é reforçar o trabalho da regulação municipal e acelerar o acesso dos moradores ao atendimento. Ele afirma que a estrutura disponível permitiria realizar intervenções mais complexas, mas que o foco atual é avançar sobre os casos simples que se acumulam.
Na última semana, um mutirão atendeu pacientes que aguardavam por cirurgias básicas. Entre eles, a moradora Mylene Alves Cardoso, 23 anos, que passou por uma laqueadura após meses de espera. Ela conta que, assim que seu processo chegou à unidade, o trâmite foi rápido: entrevista, exames e marcação do procedimento. Mãe de duas crianças, diz que a cirurgia representa a chance de retomar a rotina de trabalho.
O hospital também ressalta o trabalho integrado de profissionais de várias áreas, como enfermagem, farmácia, assistência social, psicologia e nutrição, que sustentam o atendimento e o acolhimento aos pacientes. Para o diretor Fernando Neves, o entrosamento das equipes é o que sustenta o avanço dos resultados.
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